A principal ferramenta de desenvolvimento social é a educação, pauta prioritária em qualquer governo que trabalhe as políticas públicas com seriedade e compromisso.

O debate acerca do tema gera incentivo para desenvolver métodos que oferecem melhor qualidade na educação e avanços positivos de um futuro melhor para os nossos jovens.

A educação é um direito de todos e é dever do Estado garantir uma educação de qualidade, gratuita e pública a todos os cidadãos. A redução das desigualdades sociais e o bem-estar social só serão alcançados quando todos estiverem devidamente preparados para o futuro.

O desenvolvimento é uma questão cultural de priorizar e valorizar a educação, com o objetivo de oferecer qualificação profissional, conhecimento e cidadania à população.

Uma sociedade consciente do que é bom para todos só pode ser construída por meio de uma boa educação. Só ela pode combater a miséria, a fome, e violência e transformar realidades.

No Brasil, a educação básica é dividida em:

  • Educação Infantil
  • Ensino Fundamental
  • Ensino Médio

Além das três citadas acima, existe ainda a educação escolar e outras modalidades de ensino:

  • Ensino Superior
  • Educação de jovens e adultos (ensino fundamental ou médio)
  • Educação profissional ou técnica
  • Educação especial
  • Educação à distância (EAD)

Educação Infantil

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A primeira etapa da educação básica tem como foco o desenvolvimento integral da criança até os cinco anos de idade, no aspecto físico, cognitivo e socioemocional.

Apesar de ser um direito constitucional, nem todas as crianças têm acesso à educação infantil, fundamental na formação de cada indivíduo.

A importância da pré-escola está em conduzir a criança a socialização, alfabetização e capacidades fundamentais para o desenvolvimento de habilidades que irão acompanhá-la na sua vida adulta.

Esta fase está dividida em dois segmentos:

Creche (crianças de 0 a 3 anos)
Pré-escola (crianças de 4 a 5 anos e 11 meses)

Ensino Fundamental

O ensino público fundamental é dividido em duas fases; o Ensino Fundamental I (1º a 5º anos) e Ensino Fundamental II (6º a 9º anos), para crianças de 6 a 14 anos de idade. Durante o ensino fundamental I cada turma de alunos geralmente é assistida por um único professor, no Ensino Fundamental II há variados professores e disciplinas.

De acordo o Conselho Federal Nacional de Educação, a grade curricular do Ensino Fundamental I contém Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências, Artes e Educação Física. A partir do 6º ano, são adicionadas disciplinas de línguas: Inglês e Espanhol. A disciplina de informática também pode ser adicionada.

Ensino Médio

Após a conclusão do Ensino Fundamental, os estudantes ingressam em três anos de aprendizado no Ensino Médio. Nele a grade curricular é ampliada, com disciplinas de Português (incluindo literatura), língua estrangeira (Inglês, Espanhol ou Francês), História, Geografia, Matemática, Física, Química e Biologia. Recentemente, a Filosofia e a Sociologia retornaram para o currículo.

Ensino Superior

Os estudantes que pretendem seguir os estudos acadêmicos, devem obrigatoriamente finalizar o Ensino Médio. Para quem for ingressar na universidade é preciso prestar o vestibular (ou outra forma de ingresso) para um curso específico, de acordo com as suas preferências.

Os cursos nas universidades públicas são gratuitos e enfrentam alto nível de concorrência por vagas. Na universidade, existe a regra brasileira para o grau de licenciatura ou “bacharelado”, que exigem geralmente quatro anos de estudos.

No Distrito Federal, as instituições de ensino fundamental, médio e de educação infantil são de responsabilidade do poder público do DF e também criadas e mantidas pela iniciativa privada.

Educação Integral

A Educação Integral preza pelo desenvolvimento do indivíduo em todos os níveis – intelectual, físico, emocional, social e cultural. Deve estar inserida em um projeto coletivo inclusivo, formado por crianças, jovens, famílias, educadores, gestores e comunidades locais e alicerçada por estratégias educacionais que busquem ofertar a todos, em condição de igualdade, o direito à educação de qualidade.

A proposta da educação integral busca atender às principais demandas da sociedade hoje de maneira inclusiva, incentivando em cada cidadão a formação crítica, autônoma e responsável com o todo. Se compromete com ações educativas, como a sustentabilidade. Promove buscando a equidade ao reconhecer o direito de todos e todas de aprender e acessar a oportunidade do conhecimento.

Todo o processo pedagógico (currículo, práticas educativas, recursos, agentes educativos, espaços e tempo) é construído a partir do contexto, aprendizagem, interesses, necessidades e desenvolvimento de acordo com a perspectiva de futuro dos estudantes.

Na Educação Integral, crianças e jovens são reconhecidos como sujeitos de direito, atores sociais que criam culturas próprias, de acordo com os seus pares e na relação entre gerações. Propostas de Educação Integral abrem espaço para a livre criação de suas culturas e valorizam e reconhecem saberes, expressados por manifestações artísticas e simbólicas como oportunidade de expressão e posicionamento na vida e na comunidade.

O desenvolvimento integral é um processo que começa no nascimento e se estende por toda a vida de cada indivíduo, em diferentes ambientes, como na escola ou em casa. A diversidade é fundamental nesta questão a partir da interação que cada cidadão tem acesso. Mais amplo se torna o seu espaço social e cultural, promovendo o diálogo social.

Jornada

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  • 7 a 9 horas diárias – Fundamental para a formação integral;
  • Definida de acordo com contextos locais e necessidades dos alunos em cada etapa;
  • Aulas de 45 ou 50 minutos, mais extensas;
  • Práticas educativas inovadoras e inclusivas baseadas em projetos, experimentações e grupos interativos;
  • Atividades em diferentes espaços da escola ou território;
  • Integrar espaços e agentes das comunidades ao cotidiano dos alunos;
  • Infraestrutura escolar adequada: mobiliário flexível, internet, acessibilidade, espaços diferenciados e adequados às faixas etárias, recursos digitais disponíveis aos estudantes;
  • Articulação de rede de proteção social aos estudantes com integração mínima das políticas de Educação, Saúde e Desenvolvimento Social.

As principais vantagens do período integral:

  • Orienta os estudos e as tarefas
  • Aumenta o rendimento do aluno
  • Oferece diversidade de atividades
  • Viabiliza e incentiva a prática de esportes
  • Promove lazer, cultura e tecnologia
  • Investe adequadamente o tempo
  • Fortalece hábitos de higiene
  • Ajuda a criar identidade e autonomia
  • Disponibiliza orientação nutricional
  • Oferece a segurança dos alunos
  • Foca nas possibilidades da globalização
  • Segue o modelo de países desenvolvidos
  • Proporciona tranquilidade aos pais

A constante luta para implantar a Educação Integral

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O programa Educação Integral do Distrito Federal, idealizado por Flávia Arruda, incentiva a promoção da educação. Em contrapartida, os jovens se capacitam e ficam longe da violência.

O aluno da rede pública fica dois períodos na escola e aprende melhor em um ambiente mais sadio. É início de um projeto de educação pública de qualidade.

A Educação de Tempo Integral para todos é muito mais do que uma forma de “reter” a criança e o jovem mais tempo na escola.

O programa de Educação em Tempo Integral deve oferecer a eles e suas famílias, por intermédio da escola, o acesso a todas as áreas e programas. Além de oferecer educação em tempo integral para toda a educação básica, é preciso avançar no ensino médio e proporcionar formação qualificada a novos empreendedores, a partir da integração e da educação integral.

No desafio de dirigir o projeto Educação Integral, foram contratados 3.142 monitores nas escolas de ensino fundamental de Brasília, para monitorar a Educação Integral.

Em 2008, turmas de 140 escolas, das 620 647 escolas localizadas no Distrito Federal, adotaram o regime de Educação Integral, atendendo cerca de 40 mil alunos que passavam oito horas diárias na escola.

Bolsa Alfabetização

A Bolsa Alfabetização foi criada para incentivar a permanência do adulto não-alfabetizado em curso de alfabetização, fornecendo a ela um auxílio financeiro mensal no valor de R$ 30,00.

No Distrito Federal, uma média de 30% das famílias foram beneficiadas. O beneficiário precisava manter uma frequência mínima de 75% nas aulas, para que pudesse receber o auxílio.

O curso de alfabetização solidária formou centenas de pessoas. Muitos deles com histórias parecidas. Alunos representantes de milhares de outros que são de cidades do Distrito Federal. Pessoas humildes que não tiveram a chance de ir a uma escola tradicional quando eram crianças vieram para Brasília com muita vontade e muitos sonhos.

Alguns vivem no Distrito Federal desde a época da construção da cidade, trabalharam e continuaram trabalhando duro o dia inteiro e, à noite, corajosamente, iam para a escola, onde aprenderam a ler e a escrever.

Na maioria das vezes, pessoas adultas, marcadas pela experiência de vida, muitas vezes sofrida, e que tiveram a oportunidade de ler uma carta, ler a Bíblia, de escrever uma carta aos parentes, de fazer as contas, de olhar a placa de um ônibus e entender o que está escrito.

Mais de 10 mil jovens e adultos foram diplomados em cursos de alfabetização.

Bolsa Universitária

O programa apresentava duas modalidades. Na primeira, modelo de estágio, o aluno não pagava nada. A bolsa era de 80% da mensalidade. A entidade de ensino superior pagava 20% restantes e poderia, se aprovada a lei, ser utilizada como crédito no pagamento de alguns tributos como ISS, IPTU, IPVA e taxas de ocupação.

O aluno que não pagava nada, que recebia bolsa integral, deveria dar 20 horas semanais de trabalho como estagiário em órgãos Governo do Distrito Federal, prioritariamente na educação integral.

A segunda modalidade da bolsa era aquela em que o Governo do Distrito Federal pagava 50% em dinheiro. A entidade de ensino superior dava 20% do bolso dela e o aluno pagava 30%. Ou seja, a bolsa era de 70% e o aluno pagava 30%. O aluno precisava apenas contribuir com 4 horas semanais nos finais de semana para trabalhos no Governo do Distrito Federal.

Em 2008, foram assinados 37 convênios com entidades de ensino superior, que participaram desde o primeiro momento e destinaram mais de três mil bolsas universitárias na modalidade de estágios.

O projeto previu atingir a meta de 10 mil bolsas universitárias. As unidades que ofereciam mais de 100 vagas eram: JK, Projeção, IESB, UNIDF, UPIS, UNIP, FACITEC, CEUB, UNIEuro e Católica.

Na época, foram 2113 bolsas concedidas no Distrito Federal.

Programa de Escolas Técnicas

A educação é o único caminho que vai proporcionar segurança e consistência na construção de um futuro para os jovens. Ao concluírem os cursos técnicos, surgiam mais oportunidades no mercado de trabalho.

Além da capacitação, os alunos recebiam o cartão de transporte, que durava até o final do primeiro módulo. Terminado o primeiro módulo, só recebiam o cartão de gratuidade no transporte os que tinha o conceito “competente”.

Cursos Técnicos no Distrito Federal

Em todo o Brasil, vimos pessoas que terminaram o ensino médio, que foram bons alunos, mas que não conseguiram passar em uma universidade pública e não tinham dinheiro para pagar uma particular. Em função disso, muitas pessoas não conseguiram entrar no mercado de trabalho. Foram 4.500 alunos formados no período do Governo Arruda.

Os cursos técnicos ofereciam a possibilidade para que todos tivessem oportunidade profissional, com a qualificação adequada. “O estudo técnico e a educação integral fazem a diferença no Brasil de hoje e o de amanhã”.

Material escolar para estudantes de Planaltina da Rede Pública

Para receber os benefícios do programa Renda Minha, as crianças precisavam ir à escola. Se uma criança tivesse muitas faltas ou não atingisse o rendimento no ano, sua família poderia perder o benefício no ano seguinte.

Os estudantes que frequentavam a escola tinham Renda Minha no ano decorrente, no seguinte e até acabar o seu estudo. Cada criança recebeu duas camisetas, com manga e sem manga, calça, calção de ginástica, mochila, caderno grande, lápis, caneta, borracha, estojo e apontador.

Implementação de escola no Riacho Fundo I Escolas Técnicas no DF (IFB)

Em 2008, foi inaugurada a CEF nº1 do Riacho Fundo. Foi formalizado um protocolo de intenções que continha a doação de terrenos para cinco escolas técnicas no Distrito Federal.

As unidades ficavam no Plano Piloto, na Asa Norte, e na cidade de Taguatinga, além das cidades do Gama e Samambaia. O programa buscava ajudar a superar o desafio da mão-de-obra qualificada no Distrito Federal. Foi uma parceria com o Governo Federal e ajudou na implantação do IFB – Instituto Federal de Brasília.

Educação de Jovens e Adultos

Na época, apesar de os indicadores mostrarem o DF em uma condição favorável em relação a outras localidades, ainda havia muito a fazer na educação de jovens e adultos, como reduzir o analfabetismo e proporcionar novas oportunidades a essa parcela da população.

O programa dava oportunidade a seus alunos de prosseguirem os estudos no 1º segmento da educação de jovens e adultos.

Cada jovem ou adulto alfabetizado, que aprendeu a ler e a escrever, tinha prioridade nos cursos de capacitação profissional. Com isso, o aluno estava apto a ser inserido no mercado de trabalho com mais facilidade. Neste projeto, a escola ia até o aluno.

O sonho da educação pública de qualidade

Era um trabalho integrado que visava oferecer um futuro melhor para as crianças e jovens de Brasília, tirar todas as crianças das ruas da cidade. A responsabilidade social envolvia um trabalho em conjunto pela educação, um dever de todos nós, do Estado e da sociedade.

Programa Parceiros da Escola

O mundo da tecnologia traz informação para perto dos milhares de estudantes que, em sua maioria, têm na escola a única fonte de aprendizagem. Nenhum país progride e melhora suas condições sociais se não investe na educação de maneira prioritária.

O Programa Parceiros da Escola conquistou o apoio de empresários, embaixadas, igrejas, clubes de serviço, pessoas físicas que, aliados ao governo, fizeram a diferença nas escolas do Distrito Federal.

É dever de todos acompanhar, fiscalizar, sugerir e propor alternativas administrativas ou financeiras para a melhoria da qualidade do ensino na rede pública.

Em 2008, foram mais de 1.500 parceiros que adotaram 623 escolas públicas e realizaram mais de mil ações que proporcionam mais conforto e elevaram a autoestima de alunos e professores. Entre as ações estavam: pinturas, revisão na parte hidráulica e elétrica da escola, construção de quadras de esporte, banheiros, salas de refeitório e até doação de computadores.

A unidade de Educação Infantil de Taguatinga ganhou uma piscina com aquecimento e adaptações para pessoas com deficiência.

Inaugurada em 1964, a instituição atende alunos de 0 a 5 anos de idade. A piscina fez a diferença, principalmente para as pessoas com deficiência, como instrumento de recuperação e da promoção do bem-estar dessas crianças.

Implantação de um Novo Modelo de Gestão nas Escolas Públicas do DF – A Gestão Compartilhada

Foi realizado um processo democrático de escolha de diretores e foram contratados 1.900 professores, mediante concurso público.

Cerca de 620 diretores de escolas públicas foram escolhidos através de provas escritas, prova de títulos, e, após, submeteram-se à consulta democrática na comunidade escolar, com votos de funcionários, professores, pais e alunos.

Pagamento da Inscrição no PAS da UnB para Alunos da Rede Pública

Foram registrados mais de 95 mil alunos no ensino médio que fizeram vestibular seriado da UnB, comparado a períodos anteriores a 2008, quando o número chegava a 40 mil. Todos os alunos do ensino médio tiveram suas inscrições pagas.

Diálogo com os Professores

Priorizando a educação, para mudar o quadro de injustiça social que existe no Brasil, foi iniciada uma nova fase. O diálogo foi ampliado com os professores e, com isso, uma série de medidas foram tomadas, como a reforma e construção de escolas.

As escolas de lata foram extintas, e 16 novas escolas foram inauguradas e outras 15 ainda encontravam-se em construção em 2008. Foram realizadas mais de 400 reformas em prédios de escolas. Contamos com os programas Ciência em Foco e Aceleração ao Aprendizado.

A partir de uma parceria, demos acesso a equipamentos próprios para as escolas que tinham alunos deficientes visuais. Em um ano e meio, foram construídas e inauguradas 35 novas escolas, e mais de 400 escolas foram reformadas.

Em 2008, foram doados 500 computadores para as escolas públicas do Distrito Federal pelo TST. Foram beneficiadas 50 escolas do Distrito Federal e aproximadamente 30 mil estudantes.

Este trabalho ajudou a melhorar a capacidade de aprendizado de muitos estudantes, além de motivar a trajetória de mudança para melhor na nossa educação.

Capacitação dos Conselheiros Escolares do Distrito Federal

Foi o primeiro passo para construir a mudança para que a escola pública tivesse uma excelente qualidade. Transformando a escola pública, nós estamos transformando a sociedade brasileira.

O encontro tratou de alternativas e debates que ofereceriam mecanismos para uma participação maior da comunidade na gestão escolar. A participação da comunidade na gestão da escola foi fundamental, por meio do programa Parceiros da Escola ou dos Conselhos Escolares.

Educação como qualidade de vida e desenvolvimento econômico

O momento é de garantir o direito à educação para todas as nossas crianças e adolescentes. A América Latina em conjunto com a comunidade Internacional, se comprometeu a alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Educação Inclusiva e Equitativa de Qualidade para Todos, promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O objetivo é promover o avanço das taxas educacionais, em termos de educação básica, nos níveis de educação infantil, ensino fundamental e médio, para que até 2030 que todas as crianças dos países em desenvolvimento tenham acesso à educação de qualidade, tanto na nossa região quando a nível global.

Para isso, serão realizadas reformas educacionais para que as políticas educacionais fomentem bons resultados e promovam a inclusão de grupos menos favorecidos e a inovação como ferramenta para melhorar a qualidade da educação.

O desafio da escola, como agente educador e social fundamental, é passar conhecimento e estimular no aluno a buscar aprender cada vez mais:

  • Aprender a cultura do conhecimento e, progressivamente, adquirir mais conhecimentos;
  • Aprender a fazer e transformar o conhecimento em competências para a vida pessoal e profissional;
  • Aprender a conviver, cooperar e respeitar a diversidade com cidadania;
  • Aprender a assumir suas próprias responsabilidades para um futuro melhor.

Continuamos em busca da educação que queremos. Além de promover qualidade de vida, o investimento em educação também gera crescimento econômico.

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