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Mulheres com Flávia Arruda

O Dia Internacional da Igualdade Feminina celebra as conquistas das mulheres. A história das lutas das mulheres por condições de igualdade entre homens e mulheres, educacional e profissional, valorização e reconhecimento salarial, participação política e o combate à violência contra a mulher são ressaltados no dia 26 de agosto.

A data faz com que esta importante discussão esteja presente na reflexão e conscientização diária para conquistar a plena igualdade entre homens e mulheres. Neste dia, em 1920, as mulheres foram às urnas pela primeira vez nos Estados Unidos.

Flávia Arruda, Mulheres, Igualdade

Flávia Arruda, candidata a deputada federal pelo Distrito Federal defende que a mulher deve e pode ocupar lugares onde seja possível exercer suas capacidades e conquistar posições de liderança. “O lugar da mulher é onde ela quiser. Nós mulheres somos guerreiras, nós mulheres somos capazes e tenho lutado para nós mulheres ocuparmos o espaço que nos pertence”, ressaltou.

Desigualdade

Flávia Arruda, Mulheres, Igualdade

Apesar da evolução ao longo dos anos, ainda há uma persistente disparidade de responsabilidades sejam elas profissionais ou domésticas entre homens e mulheres.

As tarefas e cuidados com a casa e a família ainda são atribuições de muitas esposas e uma parcela ainda pequena entre os maridos.

Cortes de recursos na educação e assistência social também são grandes influenciadores da desigualdade entre homens e mulheres no Brasil. Mães trabalhadoras precisam de creches para deixar os seus filhos, mas a dificuldade de conseguir vaga faz com que muitas dessas mulheres tenha que enfrentar uma realidade ainda mais difícil.

O assédio, a discriminação, a subordinação e a violência contra as mulheres perpetuam uma ferida difícil de curar, devido ao alto número de mulheres que sofrem violências diárias pelo simples fato de serem mulheres.

A Constituição brasileira iguala homens e mulheres, conforme o artigo 5º: Esta é a base de uma sociedade democrática, ao qual todos os cidadãos estão submetidos. E apesar de haver um saldo positivo em favor das mulheres, ainda há muito a ser feito por meio de propostas e investimentos eficazes.

  • Igualdade salarial
  • Impedir que a maternidade seja obstáculo para a ascensão profissional
  • Licença maternidade mínima de 06 meses para mães
  • Incentivar licença paternidade
  • Cotas que ajudem a obter paridade nos cargos de direção
  • Planos de igualdade
  • Campanhas eficazes contra a violência e assédio

Flávia Arruda, Mulheres, Igualdade

Atualmente, os efeitos de leis e medidas contra a violência à mulher tem despertado maior conscientização da sociedade. Ainda assim, está clara a necessidade de proteção eficaz contra o assédio no trabalho, em espaços públicos, bem como incentivo a campanhas de prevenção para sanar um problema que muitas vezes é invisibilizado.

A discriminação provém de uma cultura social já enraizada e que só poderá ser combatida por meio da educação, meios de comunicação, mercado de trabalho consciente e no íntimo de cada família.

A democracia ocupa o principal papel neste desafio, uma sociedade democrática busca igualdade entre homens e mulheres, liberdade individual e coletiva. A luta pela igualdade das mulheres representa e garante o marco de liberdade da sociedade como um todo.  Homens e mulheres, estas reivindicações são uma luta de todos.

Flávia Arruda, Mulheres, Igualdade

No governo de Arruda, Flávia idealizou a licença maternidade de seis meses, concedido para as servidoras públicas. Segundo ela, a sua luta é pela igualdade de cargos, salários e direitos mulheres, mães, filhas, estudantes, empresárias, políticas, lideres e esposas. “Vou trabalhar pela valorização da mulher, que é esposa, filha, irmã, mãe e lutar no Congresso Nacional para que todas as mães tenham esse direito. A mulher precisa mostrar a sua força, a sua garra e o seu trabalho também na política”, ressaltou a ex-primeira dama do DF.

Política

Flávia Arruda, Mulheres, Igualdade

De acordo com dados do ranking de presença feminina na política, organizado pela União Interparlamentar, o Brasil ocupa a 154ª posição entre os 193 países. A cada 10 pessoas, 5 são do sexo feminino no Brasil.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) incentiva a participação das mulheres na política por meio de candidaturas a cargos públicos em eleições majoritárias e proporcionais. A campanha busca conscientizar as mulheres brasileiras sobre a importância da participação feminina nas discussões nacionais e de igualdade.

A primeira campanha pela maior participação das mulheres na política ocorreu em 2014. De lá pra cá, o número de mulheres candidatas teve uma alta de 71%, na comparação 2014 com 2010.

Segundo dados do TSE, a cada 10 candidatos das eleições 2018, apenas 3 são mulheres. Os números apontam hoje 30,7% comparado com 31,1% candidatas mulheres nas eleições de 2014, considerado ainda abaixo da média da população brasileira.

Para as eleições de 2018, cerca de R$ 1,7 bilhão do Fundo Eleitoral serão distribuídos para as 35 legendas políticas registradas no Tribunal Superior Eleitoral. Conforme decisão do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF), 30% devem ser destinados à candidatura e mulheres. A reivindicação das mulheres já é antiga sobre política de cotas para aumentar a participação feminina nos Poderes Executivo e Legislativo. De acordo com o TSE, 25% do eleitorado é feminino.

Flávia Arruda, Mulheres, Igualdade

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