Aumenta o número de mulheres chefes de família no Brasil
Mulheres Brasileiras

O Brasil registra mais 71 milhões de famílias, com 42% de mulheres responsáveis pela casa, a maior parte delas, solteiras. Os lares brasileiros chefiados por mulheres dobrou na última década, saltou de 23% para 40%, entre 1995 e 2015, de acordo com dados da pesquisa Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Em apenas em 34% das famílias chefiadas por mulheres, há um cônjuge. Em uma realidade inversa, o número contabiliza 3,6% de famílias chefiadas por homens, sem cônjuge, segundo as informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A desigualdade salarial entre mulheres e homens, faz com que o alto índice de famílias chefiadas por uma figura feminina e sem cônjuge, transite na margem de risco de vulnerabilidade social. Isto porque, a renda média das mulheres é abaixo da dos homens, principalmente quando se trata das mulheres negras, que também é inferior à das mulheres brancas.

Alto número de mulheres no comando dos lares

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Este crescimento pode ter alguns fatores influenciadores, como a maior aceitação de modelos menos tradicionais e o indicador de mudanças no padrão de comportamento social.

O Ipea também acredita que esse levantamento pode apontar “uma mudança de auto percepção das mulheres em relação à sua posição dentro da família”. Bem como, transformações nos tipos de arranjos familiares. Casais que optam ter filhos caiu de 58% para 42%, entre 1995 e 2015, e o número de pessoas que moram sozinhas ou de casais sem filhos, subiu de 42% para 58%.

Mercado de trabalho para mulheres

O mercado de trabalho sempre foi excludente com as mulheres. Os evidentes salários inferiores, comparados aos dos homens, sempre foram pagos sem considerar a capacidade em desempenhar a mesma função.

A participação das mulheres no mercado de trabalho nunca chegou ao teto de 60%, estipulado pelo Ipea. Nos últimos vinte anos, o percentual oscilou entre 55% e 55,3%, e ainda assim, sem aproximar do teto.

Atualmente, cada vez mais as mulheres estão assumindo um papel de protagonistas no mercado de trabalho, na sociedade e na família. Esta retomada de espaço apenas deixa claro que a mulher deve e pode ocupar, tanto quanto os homens, lugares sociais onde seja possível exercer suas capacidades e conquistar posições de liderança.

Eleições 2018

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Hoje, existe uma demanda por políticas públicas que tratem com atenção e cuidado mulheres, crianças e idosos. O número de mulheres eleitoras no Brasil é de 7 milhões a mais do que eleitores do sexo masculino.

No Distrito Federal, foi contabilizado um número de 159.345 mulheres a mais que homens, 52% dos eleitores de Brasília são mulheres, mas ainda assim há pouca representatividade feminina na política.

Flávia Arruda, candidata a deputada federal (PR-DF) trabalha em defesa da educação, do social, de obras de infraestrutura e assumiu o compromisso de representar a mulher brasiliense. Casada com o ex-governador José Roberto Arruda, Flávia vai retomar todos os projetos do governo Arruda, que foram interrompidos nos governos seguintes e que beneficiaram tantas mulheres.

“A mulher representa a família e todos que estão nela! A mulher luta todos os dias para que os seus filhos tenham o que comer, para que os seus filhos tenham escola e saúde, para que o seu marido tenha emprego. A mulher dona de casa que não é valorizada, a mulher dona de casa que não é respeitada, vai ter voz no meu mandato, é essa mulher que nós vamos representar!”, enfatizou Flávia Arruda.

Durante o governo de Arruda, Flávia criou e incentivou projetos sociais no Distrito Federal. Todos eles ofereceram melhores condições e cuidados à mulher. Idealizou a Licença Maternidade de seis meses para as servidoras públicas do GDF, foi uma luta da candidata, assinada por Arruda.

Também desenvolveu projetos como o Mãezinha Brasiliense, que ajudou milhares de mulheres grávidas, mães e bebês. Eles recebiam um kit enxoval, atendimento humanizado e prioritário na rede pública de saúde do Distrito Federal. Da ação do projeto Reconstruindo a Liberdade, nasceu o Miss Penitenciária, juntos ofereceram às detentas atendimento médico especializado, apoio jurídico e de assistência social.

 

Acompanhe a Flávia 

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