Ações contra a vulnerabilidade social marcam atividade parlamentar de Flávia Arruda

Ações contra a vulnerabilidade social marcam a atividade da deputada federal Flávia Arruda (PL-DF), que considera perversos os números sobre essa realidade no Brasil. Por conta disso é que a parlamentar é autora de diversos programas em execução visando reduzir os efeitos dessa situação claramente adversa para as camadas mais necessitadas da população.

Segundo a Unicef, 6 em cada 10 crianças, no Brasil, vivem na pobreza. Ao mesmo tempo, 23,3 milhões de brasileiros sobrevivem em situação de vulnerabilidade social, no país. Com o avanço da pandemia, esse número ainda não pode ser devidamente mensurado.

De 2014 para cá 4,5 milhões de pessoas caíram para a extrema pobreza, passando a viver em condições miseráveis. O contingente é recorde em sete anos da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O mesmo IBGE mostra que 25,3% de toda a população brasileira está abaixo da linha da pobreza. E que 1 em cada 4 brasileiros vive com menos de R$ 420 por mês. Enfim, conforme a Organização das Nações Unidas, a pobreza extrema no Brasil deverá dobrar em 2020 como resultado da pandemia.

“Diante desses dados, é importante que cada vez mais olhemos positivamente para essas pessoas e para essa causa”, enfatiza Flávia Arruda. A deputada brasiliense é autora de outros projetos em execução, a exemplo do Mãezinha Brasiliense, Cesta Verde, Educação Integral e Bolsa Universitária. Todos eles com o objetivo de reduzir os efeitos da vulnerabilidade social, no DF.

Para o Orçamento Federal deste ano de 2020 Flávia Arruda destinou R$ 3,8 milhões para o Complexo de Reciclagem da Estrutural, que se encontra em fase final de construção. “O projeto vai gerar gerar mais de 750 postos de trabalho e processar 5 mil toneladas de resíduos sólidos por mês”, destaca a parlamentar.

Mais recentemente, Flávia Arruda apresentou um projeto de lei, devidamente aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, permitindo a transferência de cerca de R$ 1,5 bilhões para a assistência social, por estados, municípios e pelo Distrito Federal. O PL virou a Lei 14.029, após a sanção presidencial nesta terça-feira, 28, e tem o objetivo de permitir aos setores encarregados da Assistência Social de formular planos de ação para combater a epidemia.

“Estamos vivendo uma crise sanitária, mas também uma crise social. Esta pandemia trouxa à tona milhares de pessoas ainda invisíveis para políticas públicas. É essencial garantir o atendimento da assistência social, é garantir o mínimo de dignidade”, afirmou Flávia Arruda, autora do projeto.

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