Desigualdade educacional no Distrito Federal ocupa o 1º lugar do país
Educação brasileira

A aprendizagem do Distrito Federal é a mais desigual entre ricos e pobres, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC). Desde 2009, os índices educacionais do Brasil não tiveram mudanças positivas e permanecem congelados, prejudicando o desenvolvimento social e econômico do país.

Os dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) correspondem ao desempenho de 2017 e medem o nível dos alunos do ensino básico de todo o país. Estudantes do 5º e 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio foram avaliados em provas de matemática e língua portuguesa.

Os resultados negativos apontados nos testes do Saeb mostram que os alunos de ensino médio mais ricos do DF são os que mais dominam as matérias de português e matemática em todo o Brasil, e os mais pobres, ocupam uma posição abaixo da média nacional. De acordo com os dados divulgados, a nota média entre alunos mais ricos do Distrito Federal é de 329 pontos em português e 357 em matemática.

A pesquisa apontou que 12 estados brasileiros estão à frente de Brasília, tanto em português quanto em matemática, comparado com estudantes na mesma situação. O MEC considerou as escolas que estão nos 20% mais altos e nos 20% mais baixos do Indicador de Nível Socioeconômico (INSE).

De acordo com o Ministério da Educação, a definição do indicador é baseada na divisão das escolas pelos aspectos da sociedade – culturais, sociais e econômicos de cada família – que identificam as camadas sociais de acordo com a profissão, conduta, valores sociais, entre outros.

Em 2015, a média dos estudantes de português do DF era considerada a melhor do país, com 284 pontos, entretanto, nos últimos anos as notas regrediram. Após avaliação de todas as escolas brasileiras, o Distrito Federal se encontra em terceiro lugar na proficiência média dos estudantes de português no ensino médio, com 278,3 pontos. Entre as 27 unidades da federação, o DF ocupa a segunda posição em matemática, com 286, 2 pontos.

O conhecimento básico em português e os fracos resultados em matemática preocupam especialistas. Cerca de 70% dos estudantes que concluíram os estudos, não estão preparados para o mercado de trabalho.

A candidata a deputada federal pelo Distrito Federal, Flávia Arruda (PR), trata a educação com seriedade e compromisso. Nos três anos de governo de José Roberto Arruda, com quem é casada, Flávia foi responsável pela criação de projetos que ajudaram a mudar a vida de milhares de crianças e jovens.

O projeto Educação Integral tinha como objetivo oferecer ao aluno da rede pública dois períodos na escola, além de um ambiente mais sadio para o aprendizado dos estudantes. Na época, foram contratados 3.142 monitores nas escolas de ensino fundamental de Brasília, para monitorar a Educação Integral.

Mais de 10 mil jovens e adultos foram diplomados em cursos de alfabetização. O projeto Bolsa Alfabetização foi criado para incentivar a permanência do adulto não-alfabetizado em curso de alfabetização, fornecendo a ela um auxílio financeiro mensal. No Distrito Federal, uma média de 30% das famílias foram beneficiadas.

Durante sua caminhada ao lado de Arruda, Flávia chegou à importante conclusão que só com a educação será possível oferecer um futuro melhor para as nossas crianças. “Com a educação vamos construir um futuro melhor para as famílias e crianças. Tenho compromisso com a educação do DF, para que todas as crianças tenham acesso à educação de qualidade”, ressaltou.

 

Acompanhe a Flávia 

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